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Mais um grande lançamento do metal europeu de 2021 sairá no Brasil pela Liberation: Powerwolf “Call Of The Wild! A edição nacional será limitada, uma versão especial em digipack, com CD duplo e um livreto de 40 páginas! Data de lançamento: 30/07.

POWERWOLF: um nome que enche de felicidade todo discípulo do heavy metal melódico e tradicional. Representa um quinteto bem sucedido que não exige maiores introduções após 15 anos de escalada íngreme. O seu aniversário foi celebrado em 2020 com o lançamento de um disco “best-of”, que reuniu os destaques de todos os seis álbuns lançados até agora, incluindo ambos os eternos hits dos primeiros trabalhos, assim como os hits dos álbuns que receberam a certificação de discos de ouro (“Blessed & Possessed” e “The Sacrament Of Sin”), como o single de platina “Demons Are A Girl’s Best Friend”. Agora, após apenas 12 meses, a possivelmente mais bem sucedida matilha do metal alemão contemporâneo está pronta, apresentando as suas presas para o próximo ataque sangrento.

Apropriadamente entitulado “Call Of The Wild”, que foi mais uma vez trabalhado com a aclamada produção da dupla Jens Bogren e Joost van den Broek,no estúdio sueco Fascination Street, será lançado em julho de 2021! Um novo capítulo na história da banda será aberto, servindo suas amadas características clássicas aos fãs antigos e aos novos devotos recrutados pelo POWERWOLF. “Call Of The Wild” é surpreendente e fascinante em todos os estágios dessa jornada de 11 faixas, com avanços estilísticos em uma escala sem precedentes! “Faster Than The Flame”, uma abertura explosiva que acende uma chama como uma substância inflamável, característica do POWERWOLF, seguida pelas faixas “Amen & Attack” e “Fire & Forgive”, carrega a assinatura da mente criativa do principal compositor da banda, Matthew Greywolf. Já nos primeiros acordes é demonstrado de modo impressionante que o quinteto sem dúvidas conseguiu criar um som indiscutivelmente próprio ao longo da última década e meia.

A partir da criação de uma base à prova de bombas, os lobos, em seguida, agem com ousadia com faixas como a inacreditavelmente cativante “Dancing With The Dead” (um futuro clássico na lista de qualquer headbanger decente!), a maravilhosamente herética “Glaubenskraft” e o épico momento mágico, sentimental do Attila Dorn em “Alive Or Undead”, uma poderosa balada de alto nível que, por fim, consolida a reputação do frontman como um trovador excepcional!

O POWERWOLF explora um novo território musical a cada minuto, conquistando-o para si próprio ao mesmo tempo em que o transforma em uma grande explosão de influências novas. Liricamente – além das rotineiras heresias irônicas à la “Undress To Confess” – “Call Of The Wild” é o momento de personagens míticos e assustadores que teriam boas chances em uma briga pela posição de mascote oficial da banda. Enquanto “Beast Of Gévaudan” narra com velocidade máxima a história do lendário predador que espalhou medo e terror no sul da França no meio do século 18, a arrebatadora “Varcolac” homenageia o epônimo lobisomem do folclore romeno. Já “Blood For Blood (Faoladh)”, evoca o seu parente irlandês conhecido como “Werewolf” com um som de fundo bem apropriado. Por fim, a última perfomance “Reverent Of Rats” coloca um brilhante ponto de exclamação em um trabalho na história da banda, que legitimamente pode ser chamado de multi-facetado e que, descartando banalidades de marketing, é um grande candidato ao topo da lista entre os lançamentos do metal deste ano!

CD 1:

01.”Faster Than The Flame” 4:09
02.”Beast Of Gévaudan” 3:32
03.”Dancing With The Dead” 4:05
04.”Varcolac” 3:53
05.”Alive Or Undead” 4:23
06.”Blood For Blood (Faoladh)” 3:11
07.”Glaubenskraft” 3:56
08.”Call Of The Wild” 3:40
09.”Sermon Of Swords” 3:19
10.”Undress To Confess” 3:32
11.”Reverent Of Rats” 2:55

CD 2:

01.”Faster Than The Flame” – Orchestral Version 4:09
02.”Beast Of Gévaudan” – Orchestral Version 3:32
03.”Dancing With The Dead” – Orchestral Version 4:11
04.”Varcolac” – Orchestral Version 3:56
05.”Alive Or Undead” – Orchestral Version 4:23
06.”Blood For Blood (Faoladh)” – Orchestral Version 3:14
07.”Glaubenskraft” – Orchestral Version 3:58
08.”Call Of The Wild” – Orchestral Version 3:42
09.”Sermon Of Swords” – Orchestral Version 3:19
10.”Undress To Confess” – Orchestral Version 3:32
11.”Reverent Of Rats” – Orchestral Version 2:55



JINJER – Wallflowers

01.”Call Me a Symbol” 04:20
02.”Colossus” 03:36
03.”Vortex” 04:02
04.”Disclosure!” 03:47
05.”Copycat” 04:23
06.”Pearls and Swine” 05:20
07.”Sleep of the Righteous” 04:32
08.”Wallflower” 04:17
09.”Dead Hands Feel No Pain” 04:09
10.”As I Boil Ice” 04:21
11.”Mediator” 04:29

 

 

 

Em parceria com a Napalm Records, da Áustria, a Liberation tem a satisfação de anunciar a edição nacional do esperado novo álbum da mais explosiva banda do metal moderno mundial: JINJER “Wallflowers”. O lançamento, que marca o retorno das atividades da Lib como gravadora, terá uma prensagem limitada com slipcase e está programado para sair no dia em que o disco chegará às lojas nos Estados Unidos e Europa, 27/08.

Através de seu incessante trabalho, turnês ininterruptas e lançamentos aclamados pela crítica e na lista dos mais vendidos, garantindo-lhes mais de 250 milhões de streams/visualizações entre plataformas – o JINJER é indiscutivelmente uma das mais incríveis e explosivas bandas de metal moderno na ativa hoje em dia. A banda tornou-se um símbolo de fazer as coisas à sua própria maneira e de quebrar todas as regras do manual do heavy metal, o que é intensamente evidente em Wallflowers, seu esperadíssimo quarto álbum em estúdio e sequência do pioneiro Macro.

O novo álbum apresenta não somente um próximo passo metódico e premeditado na já imponente carreira da banda, mas, além disso, também reflete as adversidades pessoais que enfrentaram devido aos eventos mundiais do último ano. Wallflowers não é apenas um avanço da sonoridade metal progressiva, com trechos groove, que todos os fãs do JINJER anseiam, mas também uma panela de pressão sônica de habilidade técnica, fúria emocional e uma trilha sonora intensa condizente com a situação angustiante do mundo hoje. Originário da conflituosa região ucraniana de Donetsk, mas agora baseado em Kiev, o JINJER realmente não mede as palavras – ou riffs – em Wallflowers. Sua excepcional precisão ao aliar metal moderno a uma atitude feroz conquistou-lhe uma base de fãs leais e reconhecimento massivo da crítica, tornando o JINJER uma das bandas mais comentadas hoje, com muitos shows esgotados ao redor do mundo. Com quase todos os lançamentos anteriores do JINJER compostos entre vans, camarins e turnês constantes, Wallflowers é uma continuação de seu predecessor, Macro, mas desta vez com menos distrações e mais tempo para se concentrar na composição das músicas.

Uma vez mais produzido em conjunto com o amigo de longa data e mente criadora Max Morton, Wallflowers é alimentado pela pressão e frustração da vida real e incorpora um tema central, que o JINJER aborda sob múltiplas perspectivas, inclusive sua própria. Esses são assuntos que são frequentemente silenciados na sociedade, especialmente em tempos de crises coletiva e individual – desde a antítese de expectativas, ideologias e auto-determinação, à pressão pessoal do auto descobrimento, obtendo a energia e a coragem de se auto-afirmar, gritar e enfrentar a realidade sufocante. De uma faixa avassaladora e movida por uma batida blast, como “Colossus”, passando por um clima grunge dos anos 90, em “Disclosure!”, por um dinamismo resplandecente, em “Mediator”, à escura e sombria viagem psicodélica de “Wallflower” e à sensação impressionante de urgência em faixas como “Vortex”e “As I Boil Ice”- o peso desenfreado e a personalidade de Wallflowers certamente surpreenderão os fãs dedicados e também trarão à banda novos seguidores. O álbum certamente acrescenta destaque à já amplamente exaltada discografia do JINJER, assim como um novo padrão de criatividade ao heavy metal moderno como um todo.


Devido à continuação da pandemia causada pelo COVID, os shows da turnê brasileira com as bandas Kamelot e Turilli – Lione Rhapsody foram adiados para o mês de fevereiro de 2022. Os ingressos adquiridos para as datas anunciadas anteriormente serão aceitos normalmente nos novos eventos sem a necessidade de troca. Lamentamos pelos transtornos e esperamos que todos estejam bem.

Datas:
Kamelot / Turilli – Lione Rhapsody Brazil Tour 2022
08/02/2022 Porto Alegre @ Opinião
09/02/2022 Curitiba @ Tork’n’Roll
11/02/2022 Brasilia @ Toinha
12/02/2022 Sao Paulo @ Carioca Club
13/02/2022 Rio de Janeiro @ Circo Voador


Os gigantes do metal sinfônico EPICA lançaram recentemente o tão aguardado novo álbum “ΩMEGA” via Nuclear Blast Records. Este trabalho é o primeiro disco de estúdio da banda holandesa em cinco anos.

Em virtude das mais diversas ações promocionais em todo o mundo, o grupo inaugurou, em parceria com a Liberation Music Company, nesta quinta-feira (04/03), pop-up store oficial na Galeria do Rock (Av. São João, 439, loja 372 – 2º andar), em São Paulo.

Além do novo álbum “ΩMEGA”, os fãs também poderão comprar merchandising exclusivo e garantir ingressos para todos os shows da turnê “Ωmega BrasileirΩ”. Confira imagens da loja aqui.

O espaço estará aberto nos seguintes horários:
Quinta-feira: 12h – 19h
Sexta-feira: 12h – 19h
Sábado: 11:00 – 17:00

Simone Simons (vocal), Isaac Delahaye (guitarra), Mark Jansen (guitarra/vocal), Coen Janssen (synths/piano), Ariën van Weesenbeek (bateria) e Rob van der Loo (baixo) se apresentarão em Porto Alegre (07/12 – Opinião), Curitiba (08/12 – Tork ´n Roll), Brasília (10/12 – Toinha), São Paulo (11/12 – Audio) e Rio de Janeiro (12/12 – Circo Voador).

A venda de ingressos e pacote VIP/meet and greet, para todos os shows, começou, hoje, às 12h, pela internet e pontos autorizados. Mais informações no serviço abaixo.

 

 

 

 

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